CASTELOS MEDIEVAIS

CASTELOS MEDIEVAIS


Os alunos do 5º ano aceitaram o desafio das professoras de História e Geografia de Portugal e lançaram-se na construção de castelos medievais com a colaboração dos seus encarregados de educação. Estes trabalhos puderam ser vistos numa exposição que decorreu no átrio da escola. 
Os objetivos desta atividade visavam, sobretudo, conhecer a estrutura dos castelos medievais, sensibilizar para a valorização do património e promover o envolvimento das famílias nas dinâmicas escolares dos seus educandos.

Parabéns aos alunos e aos encarregados de educação pelos magníficos trabalhos apresentados!

Banquete Senhorial

Na passada sexta-feira, fui convidada para um banquete em casa de uma família nobre, a família de Sá. A preparação até ao evento foi uma correria, pois não queria fazer má figura para um jantar daquele requinte.
Os hábitos e roupas utilizados pela família de Sá eram mesmo para marcar a diferença e superioridade sobre os restantes grupos sociais, daí a minha ansiedade e nervosismo.
As regras de etiqueta também me deixam nervosa nestes rituais. Nesta festa/jantar, havia uma forma específica para dançar e para estar à mesa. Até para cumprimentar os nobres era preciso conhecer os gestos adequados, para que não houvesse situações constrangedoras e mesmo inimizades.
Por fim, e apesar de todo o nervosismo, gostei tanto da festa como do jantar, pois serviu para aprender mais hábitos deste grupo social.

Beatriz, 5ºB


Eu sou a dama Florinda e ontem fui a um banquete na casa do nobre Alberto Almeida. 
Quando entrei na grande casa, fiquei encantada com o salão. No meio desse espaço, havia uma enorme mesa com vários bancos à volta. Sentámo-nos todos do mesmo lado para podermos assistir ao espetáculo: as peripécias do bobo da corte e as belas cantigas dos trovadores.
A mesa estava repleta de comida, nomeadamente carne de javali e de faisão. Também não faltava o vinho servido nos grandes copos de madeira. O jantar foi servido ao som dos jograis e trovadores.
Este banquete durou três dias, pois o nobre Alberto Almeida desejava festejar um acordo que conseguiu na aquisição de novas propriedades.
No fim do jantar, o filho do nobre convidou-me para dançar, mas ele não era muito bom bailarino, pois pisava constantemente o meu vestido de cetim azul.
Como estava a ficar tarde, resolvi voltar para minha casa e descansar.

Diana, 5º B


Este fim de semana, fui convidada para um banquete em casa do meu amigo Artur. O Artur é um arquiduque muito rico que vive num enorme palácio. Recebe imensas regalias do rei, tais como: terras, rendas e isenção de impostos.
No banquete, marcaram presença muitos arquiduques, duquesas, marqueses e condes. Vestiam túnicas de algodão, espécie de calças, mantos de seda  e algumas jóias.
A sala de jantar era enorme, decorada com tapeçarias e  iluminada com archotes.
No jantar, serviu-se caldo de frango quente, carnes assadas no espeto de javali, porco, cabrito e veado. Havia muita fruta fresca (nectarinas, uvas, pêssegos, damascos…). Bebia-se vinho e licores. Não se utilizavam pratos, cortava-se a carne e punha-se em cima de um naco de pão.
Havia muitos vassalos que não deixavam faltar nada.
A animação era feita por jograis e saltimbancos, que cantavam e dançavam.
A festa foi divertida e durou quase toda a noite.

Inês, 5º B